O livro expõe, de forma orgânica e sintética, os fundamentos da Teoria das Músicas Audiotáteis, um modelo teórico musicológico que comporta um sistema conceitual voltado para o estudo de práticas, textos, experiências, objetos e comportamentos musicais, em uma perspectiva taxonômica, que deram vida no século XX às tradições do jazz, do rock, do pop ou da world music. A Teoria das Músicas Audiotáteis, contudo, não se limita a esses repertórios; suas ferramentas investigativas reformulam, sob novo enfoque, perspectivas estéticas e antropológicas tanto da música da tradição artística ocidental (ou música erudita ocidental) quanto das músicas de culturas tradicionais do mundo. A obra expõe os conceitos e a base teórica da musicologia audiotátil, dedicando-se também à análise da aplicação desse referencial aos estudos das práticas criativas do “partimento” setecentista; da prática criativa em tempo real (ou improvisação) na música europeia entre os séculos XVIII e XIX; da descoberta e da elaboração criativa dos ritmos do samba por Darius Milhaud na segunda década do século XX; da música contemporânea da tradição escrita dos anos 1950 até o século XXI; do ritmo das músicas audiotáteis.
Vincenzo Caporaletti é professor de musicologia geral e musicologia transcultural na Universidade de Macerata (Unimc), Itália. Diretor do Centre International de Recherche sur le Jazz et les Musiques Audiotactiles da Sorbonne Université e de várias séries editoriais científicas e revistas de musicologia. Dentre seus livros, destacam-se: I processi improvvisativi nella musica. Un approccio globale; Esperienze di analise de jazz; e Swing e Groove. Sui fondamenti estetici delle musiche audiotattili.
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